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Lidando com a gravidez psicológica

gravidez psicologica caes Lidando com a gravidez psicológicaA gravidez psicológica ou pseudociese, como também é conhecida, é um problema que afeta de 50 a 70% das cadelas adultas não-castradas, deixando seus donos preocupados e também intrigados. Como esse distúrbio acontece? Por que ele ocorre? Qual o tratamento?

Normalmente, a gravidez psicológica surge de 2 a 4 meses após o cio, quando o hormônio progesterona está em níveis baixos e o hormônio prolactina em níveis mais altos no organismo da cadelinha. Essas alterações hormonais acabam “confundindo” o corpo do animal, que começa a se preparar para uma gestação que não acontecerá. Desta forma, a cadelas demonstra vários comportamentos típicos de cachorras prenhes, como aumento da agressividade e ansiedade, comportamento de cavar para preparar um “ninho” e adoção e proteção de objetos – bichos de pelúcia, sapatos, panos, almofadas – que são os “filhotes”. Além de alterações físicas, como lambedura do abdome, diminuição do apetite, distensão das mamas e produção de leite. Nem todos os sintomas aparecem juntos, o que faz com que os donos, muitas vezes, nem percebam que a cadelinha está passando por uma gravidez psicológica.

Agora, por que isso acontece? Voltemos aos ancestrais dos cães, que viviam em matilhas. A fêmea líder do grupo era a única que podia reproduzir, porém também era ela quem caçava. Desta forma, as outras fêmeas ficavam com a função de cuidar dos seus filhotes. Para isso, apresentavam comportamentos de mãe mesmo sem ter uma gravidez, para que pudessem alimentar e cuidar desses filhotes. Essa capacidade do corpo de simular uma gravidez passou através dos genes até nossos cães.

A melhor forma de lidar com a gravidez psicológica é deixando a fêmea à vontade, providenciando uma caminha em local calmo para que ela leve seus “filhotes” e descanse. Muitas cadelas podem demonstrar agressividade quando pessoas se aproximam dos filhotes imaginários. Por isso, nessa fase, é importante respeitar seu espaço e tentar associar a presença de pessoas com coisas boas, como um petisco gostoso. A gravidez psicológica, normalmente, acaba em duas semanas, naturalmente. Sendo assim, o uso de medicamentos para interrompê-la, geralmente, não é recomendado. Eles só são indicados pelo médico veterinário no caso de mamite, inflamação das mamas por causa da produção de leite. Uma medida para evitar esse problema, em muitos casos, é o uso do colar elisabetano para impedir a lambedura das mamas. As cadelas que apresentam a pseudociese também podem se beneficiar com o aumento na atividade física, por isso é uma boa ideia aumentar a frequência de passeios nessa fase.

 E o que fazer para evitar a gravidez psicológica? A única e mais eficaz solução é a castração, que além de prevenir esse distúrbio, vai evitar crias indesejadas, problemas comportamentais e problemas graves de saúde, como piometra e tumores de mama.

 

Criada por Alexandre Rossi e há mais de dez anos atuando na área, a Cão Cidadão oferece adestramento em domicílio, consultas comportamentais e cursos. Tudo isso com muito amor, respeito e bom senso. Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3571-8138 ou acesse www.caocidadao.com.br.

Quase 27 mil cães encontraram novo lar com a ajuda de ‘Adotar é tudo de bom’

adotar e tudo de bom pedigree Quase 27 mil cães encontraram novo lar com a ajuda de Adotar é tudo de bomO programa Adotar é tudo de bom, promovido pela Pedigree, atingiu a marca dos 26.910 cães adotados em fevereiro – número que representa a soma de todas as adoções realizadas desde a implantação da iniciativa no Brasil, em 2008. Nesse mesmo mês, a campanha ajudou a transformar a realidade de 656 cães abandonados.

Adotar é tudo de bom está em seu quarto ano no Brasil, e atualmente apoia 36 ONGs de proteção animal, em 12 estados. Entre outras atividades, o programa oferece seminários de capacitação de ONGs, o apoio de diversas celebridades e ações importantes para a mobilização da população para a causa do abandono.

Medo de água: como dessensibilizar este trauma?

pet medo de agua Medo de água: como dessensibilizar este trauma?A ideia de que todos os cães gostam de água e começam a nadar assim que forem atirados em uma piscina, acaba fazendo com que muitos animais passem a ter medo de banho e, até mesmo, receio de sair na chuva ou pisar na grama molhada. Temos que habituar o cão à água aos poucos, fazendo-o entender que o contato com ela não é desagradável nem perigoso. Para isso ele deve passar a associá-la a algo bom, e nós devemos alimentá-lo ou dar petiscos quando ele sair na chuva e pisar no molhado, ou, melhor ainda, brincar com ele nesses locais.

De forma ideal, os cães devem ser ensinados a aceitar a água desde filhotes. Eles devem tomar banhos regulares com água morna, de uma forma muito divertida, com brinquedos e petiscos. No começo evite usar o secador, já que seu cão pode perceber isso como uma punição. Use uma toalha macia e aproveite para fazer carinho e massageá-lo enquanto seca.

Se o seu cão é adulto e já tem esse trauma, comece acostumando de forma gradual e sem pressa. Sente no chuveiro ou na banheira vazios, e dê muitos petiscos ao seu cão, incentive-o a chegar perto com uma voz animada. Alimente-o perto desses lugares até que ele se sinta confortável, e depois comece a adicionar um pouco de água. Primeiro só o suficiente para molhar o chão do chuveiro. Quando seu cão estiver à vontade novamente, vá adicionando cada vez mais água.

De preferência, escolha um dia quente, para que o cão, ao se molhar, não se sinta desconfortável.

Faça tudo que puder para que o local seja o mais agradável possível, usando coisas que seu animal goste. Você deve associar a água a coisas boas, para que ele queira se molhar sabendo que irá ganhar o que gosta! Se você forçar seu cão a entrar, ele vai ficar ainda mais assustado e será mais difícil da próxima vez.

Colocar um tapete de borracha no chão para que ele não escorregue também o ajuda a se sentir mais seguro e confortável.

É muito importante também lembrar dos cuidados com a segurança do seu pet. Quem tem piscina em casa deve evitar que cães e gatos bebam essa água, já que o cloro e outros produtos presentes podem fazer mal a eles. Também devemos tomar muito cuidado para que eles não tenham acesso à piscina sem supervisão.

E não se esqueça de sempre secar bem o pelo e os ouvidos do seu animal para evitar infecções.

Criada por Alexandre Rossi e há mais de dez anos atuando na área, a Cão Cidadão oferece Adestramento em domicílio, Consultas comportamentais e Cursos. Tudo isso com muito amor, respeito e bom senso. Para saber mais sobre a Cão Cidadão, entre em contato com a Central de Atendimento, pelo telefone (11) 3571-8138 ou acesse www.caocidadao.com.br.

A importância da casinha do cachorro

A importancia da casinha do cachorro A importância da casinha do cachorroTodo mundo gosta de ter um cantinho aconchegante, quentinho e de preferência silencioso onde possa descansar. Com os cães não é diferente, por isso eles adoram descansar e dormir em casinhas ou caixas de transporte.

Muitas pessoas acham que as casinhas de cachorro são uma solução “antiga” para abrigar o pet, uma vez que as lojas especializadas exibem uma porção de caminhas, almofadas e colchões para cães. Mas na verdade, os cães adoram ficar em casinhas, pois gostam da sensação de “toca” que elas têm! Para eles é sinal de segurança e tranquilidade, um local só deles onde podem descansar à vontade. Se você se preocupa com o conforto, pode até colocar um colchão ou almofada para seu amigo ficar mais confortável. Em casas com crianças ou mais de um cão, as casinhas são muito úteis, pois funcionam como “local de escape” para um cão se abrigar quando quiser sair de uma situação desconfortável para ele. Ou ainda, cães medrosos podem se beneficiar desse cantinho de sossego durante uma tempestade ou explosão de fogos.

 Se você está pensando em comprar uma casinha, fique atento para algumas dicas:

 • Atenção ao tamanho ideal: o cão deve conseguir ficar em pé e dar uma volta completa confortavelmente.

O material é importante: casinhas de madeira são muito charmosas, mas pouco práticas na hora de limpar. Prefira materiais plásticos, que são mais higiênicos.

Casinha ou caixa de transporte?: se você gostaria de levar a casinha do seu cão quando for viajar, para que ele durma em local já conhecido, prefira as caixas de transporte, que são práticas, mais leves, e tem portinha para contenção do pet.

Treine seu cão a gostar da casinha: jogue petiscos para ele lá dentro, e incentive-o a entrar. Dê brinquedos e ossos novos quando ele estiver na casinha, para que ele a associe com coisas boas. Nunca prenda o pet lá dentro se ele não estiver acostumado, nem o obrigue a ficar lá antes de fazer o treino e ter certeza que ele já está adaptado à casinha.

Não associe a casinha com broncas ou isolamento. Não a utilize como ferramenta para punição, trancando ou prendendo o pet lá dentro se ele fizer algo errado. Ela deve estar associada com situações positivas e tranqüilas, para que o cão adore ficar lá dentro.

• Coloque a caixa ou casinha em local arejado, longe do sol ou chuva, de preferência perto do local de convivência da família. Ela deve ser um local de conforto para seu animal!

Seguindo essas dicas, o seu pet vai adorar o lugar especial criado para ele, e com certeza descansará bem mais tranquilo, confortável e seguro!

 

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Universo Pet 05

universo pet 05 Universo Pet 05A quinta edição da Universo Pet está recheada de informações e dicas para os donos de animais de estimação. A começar por nossa matéria de capa: você acredita em astrologia canina? Leia o texto e identifique, por meio da data de nascimento do mascote, o signo correspondente.

Em saúde, convidamos algumas leitoras da revista para tirarem dúvidas sobre a Aids felina. Enquanto as nossas parceiras da Cão em Quadrinhos fizeram um ensaio para lá de charmoso. Confira!

Você é daquelas que acreditam em tudo o que encontram na internet? Pedimos para uma médica veterinária analisar uma receita caseira contra a cinomose. Será que é mito ou verdade? Esta edição da publicação ainda traz uma entrevista exclusiva com Ginger, a cadelinha que arrasa no You Tube.

 Esperamos que gostem! Boa Leitura!

 

Cães que pulam nas visitas

Cachorros que pulam nas visitas Cães que pulam nas visitas  A situação é bastante corriqueira, e é um dos motivos mais frequentes de reclamação dos proprietários dos cães em relação a um comportamento indesejado destes: aquele visitante tão esperado chega à casa dos amigos, e é “recepcionado” pelo cachorro da família que, com saltos enormes, pula no indivíduo, todo feliz e radiante!

Acresça a este fato que, se o peludo em questão for grande, o problema pode se tornar bastante constrangedor…

Assim, para evitar este comportamento, seguem algumas dicas que podem auxiliar bastante.

Os cães são animais extremamente sociais e que, ao longo de milhares de anos de convivência, necessitam muito do convívio com os humanos. E pular nas pessoas é uma forma que o cão encontra de interagir e conseguir atenção.

Quando há em casa um lindo filhotinho, as pessoas, em geral, não costumam se incomodar com os pulos. Afinal, quem resiste àquela bolinha de pelos? Muito pelo contrário: acabam encorajando o cãozinho, fazendo muito carinho e pegando-o no colo!

Mas, para evitar situações embaraçosas com visitas no futuro – ou até mesmo perigosas, já que um cão muito grande pode derrubar uma pessoa de composição física mais frágil – o ideal mesmo é que o cão seja treinado desde filhote a não pular nas pessoas.

Para tanto, é importante entender o motivo de tantos pulos. Neste sentido, qual seria a reação mais natural das pessoas nas situações em que o cão pula sobre elas? Colocar as mãos no cão, dizendo: “Ei, pare, não suje minha roupa!”. Mas para o cão, a leitura é outra: ele simplesmente acha que a pessoa está brincando alegremente, já que mantém contato físico, verbal e visual!

O peludo, então, acaba sendo recompensado por aquele comportamento, já que conseguiu exatamente o que queria com os pulos: atenção e contato físico!

E, sob o ponto de vista do cão, tudo funciona exatamente desta forma: comportamentos que geram boas consequências serão repetidos mais e mais vezes!

 Assim, a primeira medida para começar a mostrar ao cão que pular nas pessoas não é um comportamento desejado, consiste em um ato bastante simples: não interagir com o cachorro nesta situação!

E isto significa manter-se parado, cruzar os braços, virar de costas e ignorar totalmente o cão! Caso os pulos se tornem mais e mais insistentes, o ideal é que o “alvo” retire-se do ambiente, só retornando quando o cachorro estiver mais calmo.

 Esta medida acaba frustrando o cão, que não consegue aquilo que mais deseja no momento: atenção e interação com os humanos.

 Além disso, se o cão for treinado para sentar-se sob comando, ficará ainda mais fácil mostrar a ele qual atitude será recompensada. Para tanto, é necessário que a pessoa ignore totalmente sinais de euforia ou pulos, diga o comando “senta” e, só depois que ele estiver calmo e sentado, ofereça uma recompensa (um petisco gostoso) e faça bastante carinho!

 Este será a “prêmio”, e o cachorro logo começará a entender que a interação será bem mais legal quando estiver sentado, e não pulando! Quando isto ficar bem claro, ele passará a se sentar na frente das pessoas com as quais deseja ter contato!

 Por outro lado, muitos gostam de receber um caloroso abraço de um cachorro grande e festeiro.

 Para tanto, mais uma vez, é importante o treino de comandos: pode-se ensinar o cão a pular, batendo no peito e dizendo “upa”, ou “abraço” e somente nestas situações ele saberá que está liberado para um pulo.

 Assim, com base nas dicas acima, seguidas com persistência, paciência e consistência, o cão rapidamente constatará que pular nas visitas não é um comportamento que gerará sucesso na interação com os humanos e, com o tempo, a tendência é que desapareça.

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Férias: como preparar o cão para ficar no hotelzinho

hotel cao1 Férias: como preparar o cão para ficar no hotelzinhoDurante as férias, muitas pessoas aproveitam para viajar. É neste período que aumenta a procura por hotéis para animais. Alguns cuidados são necessários para que a estadia do animal aconteça sem grandes transtornos.

Muitos cães não estão habituados a ficar longe de seus donos. Assim, é importante que o ambiente em que o cachorro ficará tenha características de casa: leve a vasilha do seu cão, caminha e brinquedos. Mande também uma peça de roupa que não use mais, mas que esteja com o cheiro do dono. Todos esses objetos farão com que o cachorro relacione o ambiente do hotel com sua casa, e assim se sinta mais confortável e menos ansioso.

Forneça o alimento que seu cão já esta habituado, em quantidade suficiente para o tempo que ficará hospedado. É importante mandar anotada a quantidade de ração que o animal come ao dia, bem como eventuais medicamentos e horários respectivos.

 O cachorro deve estar com as vacinações em dia. Os antiparasitários também são necessários, para manter a saúde do seu cão e dos demais animais hospedados.

Deixe com o responsável pelo hotel o número de telefone do veterinário do seu cão, e também os seus contatos, para o caso de qualquer eventualidade.

Existem diferentes tipos de hospedagem para cães. Há hotéis em que os animais ficam em baias; em outros eles permanecem soltos, com contato com outros cachorros. Deve-se perguntar sobre essas informações antes de levar seu cão, para saber qual tipo de tratamento mais se enquadra em suas necessidades.

Vale ressaltar para o responsável todas as características de comportamento do seu cão: se é sociável, agressivo, tímido, brincalhão, etc. Assim, o risco de acidentes no contato com outros cães fica diminuído.

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Como preparar o gato para mudança de casa?

gato mudanca Como preparar o gato para mudança de casa?Os gatos, animais territoriais, podem sofrer muito em caso de mudança de ambiente, especialmente se for definitiva, como acontece quando a família decide morar em outra casa. O estresse ao qual são submetidos neste caso pode, inclusive, gerar males de saúde.

A boa notícia é que, com algumas medidas simples, é possível minimizar o sofrimento do bichano.

 

Alimentação

Gatos costumam ser bastante seletivos no quesito alimentação. E, quando submetidos a situações estressantes, costumam perder o apetite, ficando, por vezes, longos períodos sem se alimentarem e isto pode causar graves problemas de saúde.

Assim, com a mudança programada, vale diminuir um pouco a quantidade de alimento oferecido diariamente e também deixá-lo mais gostoso, com a colocação de ingredientes mais saborosos.

Com esta medida, o apetite do gato tende a prevalecer mesmo durante o período de adaptação na nova casa e, melhor ainda, com comidinhas com as quais ele já estará acostumado, evitando, assim, problemas gastrointestinais.

 

Objetos familiares

Nem pense na hipótese de comprar tudo novo para o bichano em razão da mudança! Além de ter que se acostumar com o novo local de moradia, o gato ainda se veria privado dos objetos com os quais estava acostumado…

Assim, mantenha e leve a mesma caminha, vasilhas para comida e água, brinquedos e caixas de areia.

Desta forma, ficará um pouco a adaptação ao novo ambiente ficará um pouco mais fácil.

 

Chegando na casa nova

Gatos levam um certo tempo para se adaptarem totalmente a um local novo. Eles precisam estar totalmente seguros de que não correm nenhum tipo de risco para, somente então, voltarem ao seu estado comportamental usual.

Para facilitar essa adaptação, o ideal é deixá-lo somente em um quarto da casa no início. Ali também devem ser colocados os potes, cama e caixas de areia (essas em local oposto à caminha e vasilhas, pois gatos não gostam de fazer as necessidades próximo ao local onde comem e dormem).

Pode ser que a exploração total deste ambiente leve dias, mas é preciso deixar o gato à vontade para fazê-lo em seu ritmo. No começo, ele poderá até manter-se escondido, mas a tendência é que, após constatar que não há predadores e existem locais seguros (e altos!) para servirem de “refúgio”, fique mais curioso e independente.

Somente quando o gato estiver comendo e fazendo as necessidades normalmente, bem como agindo da forma usual com os membros da família, é que deve-se liberá-lo para explorar os demais ambientes da casa.

Tudo sempre com calma, sem pressa, para dar ao bichano a segurança que ele necessita.

 

Cuidado com fugas!

Fique atento à possibilidade de fuga, mesmo que seu gato nunca tenha adotado este comportamento antes. Caso ele se sinta muito inseguro e encontre uma alternativa para escapar, pode querer voltar ao antigo lar e correrá o risco de se perder, ou mesmo sofrer um acidente.

Por este motivo, é aconselhável manter uma plaqueta de identificação, que pode ser muito útil numa situação como esta!

Assim, caso seja a hora de mudar, não hesite em tomar os cuidados acima, para garantir a tranquilidade que seu gatinho merece!

 

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Ansiedade de separação: como lidar com este problema?

ansiedade separacao02 Ansiedade de separação: como lidar com este problema?Hoje em dia, o cachorro é muito mais do que um companheiro para nós. É considerado como membro da família, e é festejado quando mostra sinais de carinho e dedicação aos humanos. Ao percebermos a falta que eles sentem quando não estamos por perto, a tendência é a associação com o amor incondicional desses animais. Mas isso pode ser sinal de um apego e uma dependência exagerada, que podem fazer mal ao cão, que sofre cada vez que é deixado sozinho. É a ansiedade de separação, que atinge grande parte dos cães atualmente.

Para diagnosticar este distúrbio, verifique se alguns desses sintomas aparecem quando o cão é deixado sozinho:

- Apatia geral: o cão fica sem comer, beber água, brincar ou fazer suas necessidades;

- Ansiedade demasiada: o cão late, chora ou uiva incessantemente, raspa a porta continuamente, baba muito e faz suas necessidades em locais inadequados, como a cama e o sofá.

Para que o cachorro se habitue a ficar sozinho, é necessário mostrar que esses períodos de solidão fazem parte da rotina e podem ser proveitosos:

- Evite que o cão fique seguindo as pessoas da casa o tempo todo;

- Acostume-o com pequenas frustrações, como por exemplo: não atenda a todos os pedidos do cão por atenção;

- Delimite alguns locais da casa que o cão só poderá entrar quando for chamado. Imponha limites ao seu cão, para que ele perceba que não precisa cuidar de você o tempo todo;

- Crie atividades para o animal durante o período de ausência. Esconda petiscos pela casa antes de sair, dê brinquedos e estimule-o a brincar. Quando estiver em casa, elogie toda vez que ele brincar com os brinquedos ao invés de ficar perseguindo os membros da família;

- Evite despedidas melancólicas. Isso deixa o cão muito mais ansioso. O ideal é sair sem muita cerimônia, afinal, é parte da rotina. O mesmo vale para a chegada: tente ignorar o cão até que ele se acalme. Depois, pode dar toda a atenção que seu amigo merece.

- O cão associa objetos, locais e sons a nossa presença, por isso é bom que ele tenha acesso a locais onde ficamos bastante quando estamos em casa, que possuem nosso cheiro. Se isso não for possível, deixe no ambiente do cão panos e objetos com seu cheiro. Também se acostume a brincar com o cachorro naquele local, para que ele não associe que só fica lá quando você vai sair. Se assiste televisão, ou ouve rádio, é legal deixar ligado enquanto não esta, para que o cão possa associar os sons com sua presença.

- Caso seu cão fique sozinho por longos períodos com grande freqüência, estude a hipótese de adquirir uma companhia permanente para ele. Se optar por ter mais um cão, lembre-se que casais estão menos sujeitos a brigas sérias.

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Cuide da saúde bucal do pet

higiene dental2 Cuide da saúde bucal do petA boca é um dos ambientes mais propícios para a proliferação de bactérias e, consequentemente, de muitas doenças para os pets. Os donos devem ficar atentos: segundo dados da Associação Brasileira de Odontologia Veterinária (ABOV), 85% dos cães e gatos adultos apresentam algum problema dentário.

A má higienização pode acarretar em problemas sérios, que vão desde doenças periodontais – atingem os tecidos que revestem e sustentam os dentes -, até o surgimento de tártaros – colaboram para o surgimento de bactérias que, ao caírem na corrente sanguínea, atingem órgãos vitais e podem levar o mascote à morte.  As doenças hepáticas também são ameaças. Um fígado doente pode trazer consequências negativas para a qualidade de vida do mascote, levando-o a uma série de complicações, como a diminuição da absorção lipídica, edemas generalizados e imunodepressão.

A ABOV recomenda que os dentes do pet sejam escovados pelo menos uma vez por dia. É importante reforçar que o creme dental utilizado deve ser próprio para animais, já que o de uso humano pode fazer mal a eles. Alguns produtos disponíveis no mercado, como o Periovet, da Vetnil,  também podem ser usados para bloquear a ação de bactérias causadoras das cáries, tártaro e mau hálito. Essa solução pode ser usada especialmente em animais que não têm acesso a uma higienização bucal correta.

Leve o pet ao médico veterinário de confiança, para a realização de um exame bucal completo.

 

Dicas para uma escovação tranquila:

 

1 – Acostume o animal a receber carinhos ao redor do focinho, tocando também os lábios e a superfície dos dentes.

2 – Recompense o mascote sempre que ele aceitar os carinhos por um tempo mais longo.

3 – Quando ele tiver habituado com os carinhos no focinho e boca, comece a massagear a gengiva com a dedeira de borracha.

4 – Quando ele estiver acostumado com a dedeira, passe para a escova de dente. Lembre-se: utilize pasta própria para animais!

5 – Escove primeiro os dentes da frente, com movimentos circulares (da gengiva para a ponta dos dentes).

6 – Se o pet já estiver à vontade com a escovação dos dentes da frente, englobe os posteriores.

* Com informações da ABOV




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