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A vida é capaz de “pregar” peças não apenas nos humanos, mas nos bichinhos também. O triste é pensar que muitas das situações ruins, que acometem os animais, foram provocadas pelos próprios homens. Fortes, valentes e persistentes, eles mostram a todos que os problemas existem para serem superados e nunca são mais importantes ou merecem mais destaque do que um bom e velho carinho.
Eles podem não mover uma perna ou não enxergar os donos, mas nada disso é tão importante quanto à certeza de que está sendo protegidos e cuidados. “Ah, mas eles dão muito trabalho!”, alguns podem pensar, enquanto outros dizem – “coitado, o melhor não seria sacrificá-lo?”.
Clique abaixo e conheça a história de quatro donos. Entenda como a relação com os animais deficientes pode ser muito especial.
Quem possui mais de um cão em casa sabe que, algumas vezes, ocorrem pequenos “desentendimentos”. Rosnados, algumas mordidas, e até brigas sérias.
Existem algumas formas de diminuir a incidência desses casos.
Para quem tem um cachorro, e deseja adquirir outro, o ideal é procurar um animal com características bem diferentes daquele que já está em casa. Se a pessoa tem um macho, dominante e de pequeno porte, o melhor seria adquirir uma fêmea, submissa, de porte maior. Dessa forma, as chances de brigas sérias é menor. Na hora de apresentar os animais também é bom ter alguns cuidados. Aproximá-los aos poucos, em um ambiente neutro, que não seja considerado território por nenhum dos dois. Então, passear com ambos, lado a lado, e ir recompensando comportamentos que mostrem tranquilidade em ambos. Nessa fase inicial, o ideal é contar com o auxílio de um profissional, para fazer a aproximação de forma gradativa, sem riscos.
Para cães que já convivem, algumas situações podem gerar brigas:
- Alimentação: os cães devem ser alimentados sob supervisão, cada um com seu pote, em horários determinados. A ração que sobra deve ser retirada. Se o alimento fica disponível, pode acontecer de um dos animais ficar possessivo e cuidando do pote de ração, agredindo o outro quando passar por perto;
- Brinquedos e outros objetos: alguns cães são possessivos por natureza, e acabam tomando conta de diversos objetos. Dessa forma, o treino seria associar a aproximação do outro cachorro com uma recompensa para aquele que já esta com o objeto. Lembre-se de só recompensar quando animal não tiver reação agressiva com a proximidade do outro;
- Atenção do proprietário: em alguns casos, os cães começam a brigar assim que o proprietário chega, ou quando ele vai fazer carinho em um deles. Nesse caso, o ideal seria treinar os animais para que eles fiquem menos ansiosos com a chegada, e associar que toda vez que eles estão próximos, ambos ganham carinho, mas se eles resolverem brigar, levam bronca e o carinho cessa imediatamente.
No caso das brigas, ou qualquer outro problema que envolva agressividade ou perigo para os animais ou para as pessoas, conte sempre com a ajuda de um profissional. Assim, o treino será mais eficiente e seguro para todos.
Neste artigo, você conhecerá as condições ideais para ajudar o felino a fazer as suas necessidades no lugar certo. Naturalmente, o gato tem uma tendência de procurar um local onde ele possa enterrar seus dejetos. Por isso, se possibilitarmos um banheirinho agradável em um espaço calmo e seguro as chances do gato acertar o xixi e o cocô são enormes.
A caixa higiênica é a melhor opção existente no mercado pet. Geralmente, feita de plástico, é de fácil higienização e manipulação. Há vários modelos, cores e tamanhos. Existem também as caixas higiênicas fechadas, que servem para varandas abertas e ou para felinos muito tímidos.
Junto com a caixa higiênica temos que adquirir a pá coletora de excrementos e o substrato que servirá para absorver o xixi e para o gato enterrar as fezes. Os substratos, assim como as caixas estão disponíveis nos pet shops em versões variadas: sílica, granulados sanitários, argila com ou sem cheiro e com espessuras que alternam do granulado grande ao granulado bem fininho.
O ideal é ir descobrindo qual substrato o gato prefere bem como qual caixa ele gosta mais, para então definir um padrão para ambos. A quantidade de banheiro apropriado para cada gato é de duas caixas higiênicas, pois alguns gatos não usam uma caixa higiênica suja. Portanto, se houver uma caixa a mais estaremos facilitando o acerto do nosso bichano.
O local ideal para colocação da caixa é sempre longe de onde o felino se alimenta, dorme ou toma água. As caixas devem permanecer de preferência em outro cômodo. Se isso não for possível, então, o posicionamento deve ser no lado oposto ao de repouso e de alimentação.
É muito importante o gato se sentir seguro para usar o banheirinho. Devemos prestar atenção se não há corrente de ar, portas que batam com facilidade, passagem frequente de pessoas ou outros animais. Se houver um cão na casa que goste de assustar o gato ou que coma as fezes do felino, é mais seguro colocar a caixa de areia em um lugar alto.
Assim, quanto mais privacidade o gato tiver para usar seu banheiro, mais acerto ele terá. Podemos também recompensá-lo com petisco toda vez que acontecer um acerto e, consequentemente, o gatinho ficará bem treinado para o uso da caixa higiênica.